31 de jan. de 2012

O que explica o boom imobiliário em Santos


Expectativa de investimentos da indústria de óleo e gás e obras de infraestrutura sem precedentes são os principais responsáveis por valorização dos móveis na cidade.


Legend, da Odebrecht em Santos
Legend, empreendimento da Odebrecht em Santos: quartos de hotel que custavam 13.800 reais o metro quadrado foram vendidos em dez dias 








São Paulo – Nos últimos seis anos, o preço dos imóveis disparou nas principais cidades do país. Poucos locais, entretanto, experimentaram valorização tão rápida e consistente quanto Santos, o principal município do litoral paulista. Entre 2003 e 2007, o PIB santista cresceu 115%, um percentual que faria inveja até mesmo aos chineses. Os investimentos têm sido liderados pelas empresas de transporte e logística e pela indústria de óleo e gás. Até 2020, 45 bilhões de reais devem ser investidos na cidade. Como boa parte dos ambiciosos projetos estão apenas começando a ser implementados, existe a expectativa de que os preços dos imóveis continuem pressionados no município.



A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.
O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.
Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.
Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.
Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito.
Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário.
Preços
Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.
Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.
Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade:
“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.
O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.
Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.


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30 de jan. de 2012

Em SP, fiscalização de obra só é feita depois de denúncia


Morador pode consultar situação de reformas e construções na internet e pedir fiscalização, mas faltam especialistas


O Estado de S.Paulo
A Prefeitura de São Paulo só fiscaliza a execução de uma construção ou reforma se receber denúncia, e mesmo assim não confere todos os dados da obra. Isso porque o Município exige do engenheiro responsável apenas a apresentação do projeto de arquitetura, não do plano técnico, que contém os dados estruturais, hidráulicos e elétricos.
O resultado, segundo especialistas ouvidos pelo Estado, é incompleto, já que o fiscal não tem como assegurar que o serviço não apresenta risco aos imóveis vizinhos. Após o desabamento dos três prédios do Rio, essa é a dúvida de quem convive com uma obra ao lado de casa.
O sindicato da habitação de São Paulo (Secovi-SP) ressalta que falta mão de obra e verba para fazer o trabalho completo. "Isso porque essa fiscalização exige um estudo detalhado do projeto para saber se o método de construção escolhido está certo. Imagine que não se consegue nem fazer o básico", afirma o vice-presidente, Claudio Bernardes.
Na capital paulista, qualquer morador pode saber se uma determinada obra tem licença municipal. Basta consultar o endereço no site www.prefeitura.sp.gov.br/deolhonaobra. Na página, será informado se o pedido de alvará foi deferido ou não. Em caso negativo, o indício de irregularidade também na execução do serviço aumenta.
Para Bernardes, no caso de construções maiores, como prédios de mais de dez andares, a Prefeitura poderia aprimorar a fiscalização solicitando laudos de engenharia periódicos aos responsáveis. "Isso evitaria problemas por falha na manutenção."
O prefeito Gilberto Kassab (PSD) disse ter solicitado aos secretários de Habitação, Coordenação de Subprefeituras e Controle Urbano que estudem medidas para aperfeiçoar a fiscalização em São Paulo. "Essa tragédia do Rio é uma lição para identificarmos maneiras de evitar, intensificando a fiscalização. Determinei que me tragam propostas", disse o prefeito.
Rio. As regras para obras no Rio não são muito diferentes de São Paulo. Segundo o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), todo serviço regular requer engenheiro responsável, planta aprovada pela prefeitura e, se o prédio for novo, laudo dos bombeiros.
"Mas isso só funciona no papel. Falta, no País todo, fiscalização das obras, especialmente reformas", diz o arquiteto Vinícios de Moraes Netto, da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense. "As prefeituras não têm fiscais suficientes nem pessoal capacitado para verificar se os projetos estão sendo executados da forma como foram aprovados." / ADRIANA FERRAZ, BRUNO RIBEIRO e FELIPE FRAZÃO.



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27 de jan. de 2012

Justiça de São Paulo suspende revitalização da Luz.


MARCELLE SOUZA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A Justiça suspendeu, por meio de liminar (decisão provisória), os efeitos da lei que trata da concessão urbanística na área do projeto Nova Luz, no centro de São Paulo. A decisão, de quinta-feira (26), é do juiz Adriano Marcos Laroca, da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Na prática, o projeto fica parado. Cabe recurso.

O juiz também suspendeu o processo administrativo que trata da elaboração do processo urbanístico para a área e seu estudo de viabilidade econômica.

A ação, proposta pela população, alega que nenhuma audiência pública foi feita para apresentar o projeto aos moradores e comerciantes atingidos pela intervenção.

"A decisão política de aplicar no projeto Nova Luz o instrumento da concessão urbanística, de fato, não contou com a participação popular", disse Laroca na decisão.

O juiz ainda afirma que é falso o argumento que o projeto irá se concretizar sem a necessidade de grandes investimentos da prefeitura. Para viabilizar financeiramente o projeto, a administração municipal estima bancar até R$ 355 milhões. Já estudos da FGV (Fundação Getúlio Vargas) teriam sinalizado que o projeto só se concretizaria com investimentos públicos em torno de R$ 600 milhões, fora os já realizados com instrumentos de incentivos fiscais.

A previsão é que a concessionária tenha um lucro de R$ 229 milhões somente com a venda dos terrenos que serão comprados ou desapropriados.


Desenho do Projeto Nova Luz, que pretende mudar parte da região central da cidade
Desenho do Projeto Nova Luz, que pretende mudar parte da região central da cidade

Procurada pela Folha na manhã de hoje, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano ainda não respondeu.


PROJETO

O projeto Nova Luz prevê que a transformação da região, no centro de São Paulo, fique a cargo de uma empresa privada, que poderá fazer as desapropriações e vender os terrenos com lucro. A previsão é cerca de 30% da região da Santa Ifigênia seja desapropriada e demolida.

De acordo com o projeto, quem aluga imóvel na área da atual cracolândia terá um programa de aluguel proporcional a sua renda.

Já os proprietários de imóveis que moram na região receberão, em troca, um imóvel equivalente em alguns dos novos empreendimentos a serem construídos.

No dia 3 de janeiro, a Polícia Militar começou uma ação para reprimir o tráfico de drogas na cracolândia --localizada na área do projeto de mudança urbana. Os moradores reclamam que, com a ação, os dependentes se reúnem em novos pontos na Luz, Santa Cecília e Liberdade. Na madrugada, grupos de usuários se concentram na rua dos Gusmões.




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Economia do brasileira voltará a acelerar em 2012, aponta estudo.


A economia brasileira voltará a acelerar em 2012, com o PIB do país crescendo 4,5%. Já a inflação, após quase estourar a meta em 2011, deve arrefecer no próximo ano, atingindo 4,7%. As projeções constam do novo relatório trimestral Rapid Growth Markets Forecast, elaborado pela Ernst & Young Terco em parceria com a Oxford Economics.

Segundo o relatório, devido ao enfraquecimento econômico dos países desenvolvidos, o PIB brasileiro crescerá apenas 3,8% neste ano, uma forte desaceleração na comparação com o ano passado, quando a economia do País avançou 7,5%. Em 2012, a expectativa é que o crescimento acelere devido à gradual recuperação das economias avançadas que são parceiras comerciais do Brasil e à suavização do impacto das medidas monetárias adotadas recentemente.

Por outro lado, há debates sobre se os recentes cortes na taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central foram prematuros para lidar com as pressões inflacionárias. O estudo aponta que a inflação fechará 2011 a 6,4%, quase batendo o teto da meta do governo (4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos), mas cairá para 4,7% no próximo ano.

BRICs

A tendência para os outros países que formam os BRICS, além do Brasil, Rússia, Índia e China é similar. Na Rússia, as pressões inflacionárias farão com que o índice oficial de preços chegue a 8,7% neste ano, comparado com os 6,9% de 2010. Mas há espaço para otimismo: em 2012, a inflação deve cair para 8% e, no ano seguinte, para 6,1%. O crescimento do PIB, que neste ano deve ficar em 4%, irá acelerar para 4,4% em 2012.

Na Índia, o Banco Central tem dado continuidade ao aperto da política monetária, elevando a taxa de juros. Mesmo assim, a inflação deve fechar 2011 no patamar de 8,5%, recuando em 2012 para 5,8%. O crescimento do PIB indiano também será menos acelerado do que em 2010 - 7,2% em 2011. Entre 2012 e 2015, a economia do país deve manter sua alta taxa de crescimento, variando de 8% a 9,5% (este último em 2013).

Já a expansão da economia chinesa nos últimos meses tem sido movida pela demanda doméstica. Mas o atual cenário econômico global - com a crise de dívida na Europa e a lenta recuperação nos EUA - também afetou o país. Neste ano, o crescimento chinês deve ficar em 8,8% (abaixo dos 10,3% em 2010) e em 8,3% em 2012.

Desafio

O estudo afirma que a dinâmica da economia global tem mudado, com um novo grupo de mercados de crescimento rápido desafiando a posição de economias avançadas. A expectativa é a de que esses países emergentes cresçam juntos, 6,2% neste ano, quase quatro vezes mais do que o crescimento anêmico esperado para a zona do euro.

Além dos BRICs, o estudo analisa também Argentina, Chile, Colômbia, República Tcheca, Egito, Gana, Indonésia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Malásia, México, Nigéria, Polônia, Catar, Arábia Saudita, África do Sul, Tailândia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Ucrânia e Vietnã.

Esse grupo de países cresceu uma média de 5,8% por ano na última década, mais de três vezes mais rápido do que as economias avançadas combinadas. Esse ritmo rápido de expansão deve continuar na próxima década, com os mercados de crescimento rápido superando os países desenvolvidos em mais de 3,5% ao ano na próxima década. Isso, claro, presumindo que eles conseguirão lidar com pressões inflacionárias e que terão infraestrutura para garantir um crescimento sustentado de longo prazo.

"Os mercados de crescimento rápido estão se tornando cada vez mais importantes - tanto em termos de importância na economia mundial como em influência global. Enquanto as economias avançadas têm lutado contra crescimentos fracos, esses países estão bem-posicionados para enfrentar a turbulência econômica", afirma Carlos Mota, sócio-líder do escritório da Ernst & Young Terco em Fortaleza.

Crescimento

Os países de rápido crescimento se recuperaram fortemente da recessão global, iniciada com a crise de 2008, com seu PIB somado crescendo em média 7,3% em 2010, retornando às altas taxas que precederam a crise financeira.

Esse sucesso econômico reflete as medidas que muitos desses países tomaram para liberalizar suas economias, visando à abertura comercial. Exportações respondem por cerca de 50% do PIB nos países de rápido crescimento como um todo, comparado com 13% nos EUA e 41% na zona do euro.

E os próximos 10 anos?

Para esses países, há muitas razões para ser otimista com relação aos próximos 10 anos. Apesar de terem alcançado um crescimento significativo nos últimos anos, ainda há espaço considerável para que eles mantenham o ritmo de avanço. Industrialização e urbanização continuadas, somada a um forte crescimento populacional e à ascensão de uma classe média substancial, irão encorajar esse crescimento sustentado.

A melhor gestão econômica e a estabilidade política, assim como altos investimentos, boas taxas de poupança e aversão a dívidas elevadas, elevaram os níveis de investimentos feitos por companhias ocidentais que têm interesse em crescer nesses mercados. O fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) para todos os países de crescimento rápido cresceu de US$ 205 bilhões em 2000 para US$ 44 bilhões em 2010, e eles agora recebem cerca de 50% do fluxo global de IED.

"Alguns países têm tido sucesso em atrair IED para estimular seu desenvolvimento. No entanto, IED não é mais uma rua de mão única, os países de rápido crescimento estão tornando-se eles próprios grandes investidores em economias avançadas, com suas companhias líderes adquirindo competidores", afirma Carlos Mota.

O impacto da desaceleração global

A previsão de crescimento fraco para as economias avançadas inevitavelmente irá continuar a pesar nos países de crescimento rápido em 2012. A dependência desses mercados no comércio com países desenvolvidos tem caído desde meados da década passada, refletindo tanto o declínio das nações ricas como a força do crescimento da demanda interna nos emergentes, o que gerou um forte comércio inter-regional.

Mesmo assim, as exportações para as economias avançadas ainda equivalem a quase 15% do PIB dos países de crescimento rápido. Dentre eles, países da América e da Ásia vivenciaram as maiores desacelerações por conta dessa dependência.

"Os mercados de crescimento rápido não estão imunes aos riscos econômicos globais, mas estão mais bem-posicionados para lidar com eles", salienta Carlos Mota.

No caso de uma crise de dívida desordenada na zona do euro que leve a uma prolongada recessão na região e a uma estagnação no crescimento dos EUA em 2012 e 2013, a previsão da Ernst & Young e da Oxford Economics aponta que o crescimento do PIB será reduzido para 3,2% entre os mercados de crescimento rápido em 2013.

Entre esses países, os do Leste Europeu podem ser atingidos devido às ligações com seus vizinhos. Porém, exportadores de petróleo e de commodities - como a Rússia, o Brasil e o Chile - também poderão ser severamente impactados se o valor de suas principais exportações for atingido por queda nos preços ou na demanda. Aqueles com focos comerciais e financeiros - como a Coreia do Sul e Cingapura - podem ser afetados. Mas o Rapid Growth Markets Forecast aponta que países como China e Índia devem ser afetados de forma mais modesta, refletindo parcialmente o tamanho de seus mercados domésticos e os efeitos benéficos de preços de commodities mais baixos.

Previsão otimista

O cenário econômico global é muito incerto, com os riscos de uma renovada recessão em economias avançadas e uma crise financeira se espalhando. No entanto, os mercados de crescimento rápido estão cada vez mais desenvolvendo sua própria massa econômica crítica e muitos têm os meios financeiros, se necessário, para apoiar o crescimento e proteger seu setor bancário, assim, ajudando a prevenir um impacto mais significativo.

"Mesmo que uma deterioração maior da situação econômica global não seja boa notícia para os mercados de crescimento rápido, esse cenário pode aumentar ainda mais o peso que eles têm na economia mundial devido ao declínio das economias avançadas", informa Carlos Mota.


Fonte: http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=mundo-corporativo&id=9309


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Crédito imobiliário deve crescer 30% em 2012.


SÃO PAULO – Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos da caderneta de poupança devem crescer 30% em 2012 ante 2011, totalizando R$ 103,9 bilhões, segundo projeção da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O desempenho pode ser um pouco maior, chegando a 35%, na avaliação de Octavio de Lazari Junior, presidente da Abecip, dependendo de como a revisão das medidas macroprudenciais promovida pelo Banco Central (BC) no fim do ano passado possa estimular a tomada de crédito. “Vamos observar como a economia irá se comportar neste primeiro trimestre, pois o cenário pode ser um pouco melhor”, diz.

Em 2011, o volume de financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos da caderneta cresceu 42% contra 2010, atingindo R$ 79,9 bilhões. Em dezembro, o montante foi de R$ 8,2 bilhões, representando uma expansão de 34% na comparação com igual período de 2010.

Ao longo do ano passado, foram financiadas 493 mil unidades, número 17% superior em relação a 2010. Desse total, 65% eram de imóveis usados e 35%, novos.

A inadimplência da modalidade, considerando os atrasos acima de três prestações, foi de 2%.

(Aline Lima | Valor)

Fonte: http://www.valor.com.br/financas/2506090/credito-imobiliario-deve-crescer-30-em-2012

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Aluguel: como funciona o seguro que substitui o fiador


Inquilino com dificuldade para conseguir fiador pode se valer do seguro-fiança como garantia de contrato.


Chaves e contrato de aluguel

São Paulo - Dentre as alternativas de garantias locatícias, o seguro-fiança é uma das modalidades que pode resolver o problema do inquilino que não consegue encontrar um fiador para o seu contrato. Seu funcionamento se dá por meio da contratação de uma apólice de seguro, em que o inquilino é garantido pela Seguradora, e o proprietário (locador) é o segurado e único beneficiário do seguro.

O custo anual do seguro-fiança fica em média 1,2 aluguel. No entanto, esse valor pode variar, de acordo com a análise de crédito feita pela seguradora. A apólice garante o recebimento de aluguéis atrasados antes mesmo de um acordo final entre locador e inquilino. Em caso de inadimplência, a comunicação é feita imediatamente à seguradora, após o vencimento do segundo aluguel em atraso. A partir daí, o proprietário recebe os valores pendentes em até 30 dias e continua recebendo os aluguéis, até que haja um acordo entre as partes.

Além de garantir o pagamento referente à inadimplência do locatário em relação aos aluguéis e encargos legais, o seguro prevê, de forma opcional, a possibilidade de contratação de cobertura para os danos ao imóvel provocados pelo inquilino e a cobertura de despesas judiciais.

Algumas seguradoras também possuem produtos que incluem coberturas para encargos como IPTU e despesas de condomínio, serviços emergenciais 24 horas, como chaveiro e conserto de eletrodomésticos, entre outros benefícios.

Principais garantias de aluguel

Junto com o seguro-fiança, fiador e depósito (caução) são as principais garantias utilizadas para assegurar aluguéis no Brasil. Por não onerar financeiramente o inquilino, o fiador ainda lidera a preferência no mercado de locação imobiliária, mas vem perdendo preferência por não garantir ao proprietário do imóvel o recebimento de todos os aluguéis deixados em atraso pelo inquilino, já que o pagamento é efetuado apenas no término de uma eventual ação de despejo. E com as mudanças na “Lei do Inquilinato”, o fiador pode, inclusive, exonerar-se de sua função em situações específicas.

Já o seguro-fiança e o depósito caução são para aqueles dispostos a pagar uma quantia a mais. No caso do seguro, o custo anual fica em torno de 1,2 aluguel, já o depósito caução necessita de que o inquilino disponha de algum dinheiro – geralmente, a quantia relativa a três aluguéis.

No fiador e na caução, todos os procedimentos com ações judiciais são de responsabilidade do proprietário do imóvel.


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25 de jan. de 2012

Brasil é o segundo melhor país para investimento em imóvel comercial

Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos, perdem apenas para os EUA na pesquisa da Afire

Germano Lüders/EXAME
Imóveis na região do Jardins, São Paulo

Já São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012

Nova York - Os Estados Unidos continuarão sendo a primeira escolha da maioria dos investidores do setor de imóveis comerciais em 2012, mas o país perdeu espaço para o Brasil, que se tornou o número dois, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo.

Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos se tornaram um ponto chamativo para investidores globais, segundo a vigésima pesquisa anual dos membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis(Afire, na sigla em inglês).

São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012.

Os EUA perderam espaço para o Brasil, com 18,6 por cento dos entrevistados afirmando que o mercado imobiliário brasileiro oferece a melhor oportunidade de valorização para seus investimentos em dólares.

Isso representa uma alta de 14,2 pontos percentuais, levando o Brasil da quarta para a segunda posição e fazendo a China cair para o terceiro lugar, mostrou a pesquisa.

Embora os EUA sejam a opção mais estável e segura em imóveis comerciais, investidores afirmaram que um aumento dos aluguéis e o crescimento da taxa de ocupação, assim como o fato de um imposto de 1980 sobre investimentos estrangeiros ter sido evitado, terão impacto mais significativo sobre suas decisões, diz a pesquisa.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.

"O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos", disse o presidente-executivo da Afire, James Fetgatter.

"Mas de nenhuma forma o Brasil substituirá os EUA, pelo menos não em um futuro previsível. O Brasil é considerado agora um lugar mais seguro para investir, onde você pode ter capital valorizado a um bom rendimento".

Os participantes da pesquisa da Afire detém mais de 874 bilhões de dólares em imóveis no mundo, incluindo 338 bilhões de dólares nos EUA.

Cerca de 42,2 por cento dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que os EUA oferecerão a melhor oportunidade de investimento em 2012, uma queda em relação aos 64,7 por cento registrados na pesquisa do ano passado.


Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-e-o-2o-melhor-pais-para-investimento-em-imovel-comercial


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24 de jan. de 2012

458 anos de São Paulo: veja os ícones arquitetônicos da cidade


Conheça 15 construções que representam toda a diversidade da arquitetura paulistana ao longo de sua história.



A arquitetura de São Paulo é um reflexo da diversidade que caracteriza a cidade. Suas curvas são a mistura de tendências arquitetônicas que marcaram períodos importantes da história do Brasil. Das casas em estilo colonial e igrejas erguidas até o século XIX à influência francesa no início do século XX, em estilo art decó e art nouveau. Dos arranha-céus dos anos 1920 ao estilo modernista a partir da década de 1930 e o pós-moderno.
 
Hoje predominam os edifícios espelhados e com característica futurista. Entre os símbolos destas tendências estão o Museu de Arte Sacra, de estilo colonial clássico, a Estação Júlio Prestes e o Viaduto do Chá, de declarada influência francesa, os modernistas MASP e Oca do Ibirapuera, além dos edifícios high-tech da região da Berrini e Vila Olímpia. Sem contar edifícios famosos, como o Copan, de Niemeyer e o prédio do Banespa.
 
Em meio a esse contexto, listar os ícones da arquitetura da cidade não é tarefa simples, nem tão pouco unânime, mas, sem dúvida, vale a pena conferir:
 
 
Museu de Arte Sacra
Localiza-se na ala esquerda do Mosteiro da Luz, fundado em 1774 por iniciativa de Frei Galvão. É a única edificação colonial do século XVIII em São Paulo a preservar seus elementos, materiais e estrutura originais. Encontra-se inserido em meio à última chácara conventual urbana do país. Foi tombado como monumento arquitetônico de interesse nacional em 1943, pelo então SPHAN (atual IPHAN) e, posteriormente, pelo Condephaat.

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Estação Júlio Prestes
A histórica estação ferroviária foi projetada por Cristiano Stockler das Neves em 1925 no estilo francês Luís XVI e concluída em 1938. Na década de 1990, foi restaurada e o seu interior onde existia um jardim clássico francês de 960 metros quadrados foi convertido em uma sala de concertos, a Sala São Paulo. Atualmente serve aos trens da Linha 8 da CPTM.
 
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Viaduto do Chá
A atual construção, de concreto armado, data de 1938 e foi feita para substituir o projeto original de 1892, idealizado pelo francês Jules Martin, cuja estrutura de metal alemão com assoalho de madeira já não suportava mais o grande número de pessoas que por lá passavam diariamente. O projeto original foi o primeiro viaduto construído na cidade.
 
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MASP
O Museu de Arte Moderna de São Paulo Assis Chateaubriand localiza-se em um edifício projetado pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, famoso pelo vão-livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares. O edifício é considerado um importante exemplar da arquitetura brutalista brasileira e um dos mais populares ícones da capital paulista, sendo tombado pelas três esferas do poder executivo - Iphan (federal), Condephaat (estadual) e Conpresp (municipal).

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Oca
O Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, popularmente conhecido como Oca, é um pavilhão de exposições localizado no Parque do Ibirapuera. Foi projetado por Oscar Niemeyer em 1951, para compor o conjunto arquitetônico original do parque, construído para comemorar o IV Centenário da Cidade de São Paulo, que se deu em 1954.

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Copan
O edifício de linhas sinuosas e elegantes, projetado por Oscar Niemeyer, é um dos mais emblemáticos da cidade. É bastante conhecido por sua geometria sinuosa, que lembra uma onda, e pelos números superlativos de suas estatísticas: tem 115 metros de altura, 35 andares (incluindo três comerciais), além de dois subsolos, e cerca de dois mil residentes. É considerada a maior estrutura de concreto armado do Brasil. Possui 1.160 apartamentos distribuídos em seis blocos, sendo considerado o maior edifício residencial da América Latina. A área comercial no térreo possui 72 lojas e um cinema, o antigo Cine Copan, que funcionou até 1986. A ideia era inspirada no Rockefeller Center, de Nova York, condomínio que unia um grande centro comercial e de lazer a residências. Assim como a Oca, também foi encomendado para o IV Centenário da cidade, que viria a ser comemorado em 1954.
 
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Edifício do BanespaO Edifício Altino Arantes, também conhecido como Edifício do Banespa ou Banespão,foi construído a partir de 1939 para sediar o Banco do Estado de São Paulo (Banespa). Após sua inaguguração, em 1947, chegou a ser considerado a maior estrutura em concreto armado do mundo e o prédio mais alto da cidade, até ser superado pelo Mirante do Vale, em 1960. Seu projeto inicial foi alterado para fazê-lo à semelhança do Empire State Building, em Nova Iorque. 
 
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Edifício Casa das ArcadasO edifício Casa das Arcadas foi construído na segunda metade da década de 1920 por Siciliano & Silva. Seu nome faz referência aos arcos que ornamentam a fachada externa nos dois primeiros pavimentos e também aos advogados que mantinham escritórios no local, formados pela faculdade de Direito do Largo São Francisco, cujo apelido é ‘Arcadas’. O edifício, propriedade da FAAP, passou por uma grande obra de restauro em 2009 e hoje continua a ser ocupado pela famosa loja de calçados Fidalga, inaugurada em 1928 e por prestadores de serviços e estabelecimentos comerciais de diversas áreas, como advogados, médicos, óticas, livreiros, ourives e escritórios imobiliários.
 
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Biblioteca Mário de Andrade
A principal biblioteca pública da cidade localiza-se em uma recém-reformada construção projetada pelo francês Jacques Pilon em 1943. Seu edifício-sede, no centro histórico da capital paulista, é um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade. A recente intervenção abrangeu a modernização dos serviços e aparatos tecnológicos de pesquisa e a restauração de parte de seu mobiliário.
 
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Casa de Vidro
Projetada em 1950 por Lina Bo Bardi para ser a residência da arquiteta italiana e seu marido Pietro Maria Bardi, a ousada construção abriga hoje parte da coleção de arte particular adquirida ao longo dos anos pelo casal. Em 1987, a famosa Casa de Vidro foi tombada pelo Condephaat.
 
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Prédio da FAU-USP
O edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo no campus da Universidade de São Paulo teve seu projeto encomendado a Vilanova Artigas. Sua construção, iniciada em 1966 e concluída em 1969, mostra-se externamente como um grande paralelepípedo em concreto, sustentado por pilares em forma de trapézios duplos, apoiados levemente sobre o solo. Ao contraste entre os leves pontos de apoio e o peso do volume que eles sustentam combina-se o jogo entre planos fechados (no alto) e superfícies envidraçadas ou abertas (na parte de baixo). O movimento que a frente propõe permite entrever os espaços internos do edifício, eles também pensados a partir da alternância de planos altos e baixos, cheios e vazios, linhas retas e curvas (empregadas no caracol destinado à direção do museu). A proposta central do projeto reside na idéia de continuidade espacial, que o grande vazio central explicita. Os seis pavimentos, ligados por rampas largas de inclinações suaves e variáveis, dão a sensação de um só plano.
 
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Sesc Pompéia
Sediado em um conhecido edifício projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi em 1977, a partir de uma fábrica de tambores. Ao visitar a fábrica, onde seria implantado o Sesc, a arquiteta encontrou uma bela construção, feita com estrutura de concreto armado com vedações em alvenaria, pioneira no Brasil. A arquiteta, então, reinventou a construção, mantendo o espaço livre dos galpões, mas reprojetando as funções da antiga estrutura, de forma a transformar o projeto de tecnologia fabril em um projeto moderno.
 
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Residência James King
Construída em 1972 para abrigar uma família com cinco filhos, a casa assinada pelo premiado arquiteto Paulo Mendes da Rocha possui linhas retas e concreto aparente, integrando-se com o entorno natural da região.
 
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Edifício Itália
O Edifício Itália (cujo nome oficial é Circolo Italiano) é o segundo maior da cidade de São Paulo e do Brasil em altura, com 165 metros distribuídos em 46 andares. Inaugurado em 1965, é atualmente um dos marcos da cidade, protegido pelo Patrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira. Um dos maiores destaques do edifício é o restaurante localizado no seu topo, conhecido como Terraço Itália, que permite uma vista em 360 graus da cidade, sendo um dos maiores pontos turísticos da capital paulista. No andar térreo do edifício há também um teatro e uma galeria. Os demais andares são ocupados por escritórios.
 
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Mirante do Vale
Maior edifício já construído no país, com 170 metros de altura e 51 andares. Projetado pelo arquiteto Waldomiro Zarzur, sua construção começou em 1960 e foi inaugurado 1966. Desde sua conclusão, nenhum edifício conseguiu superar sua altura, mantendo o título de maior arranha-céu do Brasil desde então.
 
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Parabéns a cidade de São Paulo pelos seus 458 anos.


Consultor Imobiliário Carneiro

E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br

23 de jan. de 2012

Inadimplência em contrato de aluguel em SP cai a nível recorde, diz Secovi.

Em 2011, número de ações no TJ-SP atingiu menor nível desde 1993.
Ações por falta de pagamento respondem por 78,6% dos processos.

Do G1, em São Paulo

A inadimplência nos contratos de aluguel atingiu o menor nível desde 1993 no ano passado, conforme divulgou, nesta segunda-feira (23), o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Em 2011, o número de processos locatícios totalizou 18.655, o menor nível registrado desde 1993, quando o levantamento começou a ser feito no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Em 2010, foram registradas 20.155 ações. A queda sobre 2010 foi de de 7,4%.

As ações por falta de pagamento respondem por 78,6% dos processos.
Só em dezembro, foram abertos 1.042 processos relativos a locação, também o menor número para um mês de dezembro desde o início da série histórica. Na comparação com novembro, quando houve registro de 1.592 ações, a queda foi de 34,55%. Comparada a dezembro de 2010 (1.400 ações), o recuo foi de 25,57%.

“Pelo desempenho dos meses anteriores, já prevíamos que as ações locatícias fechariam o ano em queda, mas a redução foi mais significativa do que os números indicavam”, afirma Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, por meio de nota.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/01/inadimplencia-em-contrato-de-aluguel-em-sp-cai-nivel-recorde-diz-secovi.html


Consultor Imobiliário Carneiro

E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br


22 de jan. de 2012

Aluguel comercial de alto padrão sobe 2,5% no País, diz pesquisa.


SÃO PAULO – A locação de imóveis comerciais de alto padrão no País tem se valorizado cada vez mais. Para se ter uma ideia, de acordo com o último levantamento da Cushman & Wakefield, o preço médio do aluguel mensal no terceiro trimestre de 2011 subiu 2,5%, em relação ao mesmo período de 2010, atingindo R$ 71,5 por metro quadrado.
Participaram da pesquisa Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Vitória e Espírito Santo.
RankingDe acordo com ranking publicado pela consultoria, o Rio de Janeiro foi a capital que mais se destacou em termos de preço por metro quadrado, apresentando os valores mais altos de locação do País em 2011. A cidade apresentou o maior preço médio de locação, atingindo R$ 120 por mês na avaliação do terceiro trimestre do ano passado, detalha o levantamento.
Contudo, apesar de alto, o valor ainda é menor que o observado em 2010. Neste período, a locação na região atingiu R$ 138 por m2– valor 15% maior que o apurado em 2011, demonstra o estudo.
Área favorecidasNo Rio de Janeiro, a Zona Sul, o Centro e Orla permaneceram como as áreas mais valorizadas, apresentando médias de R$ 189,9, R$ 150 e R$ 128,2 por metro quadrado, respectivamente. Já em termos de valorização trimestral, a maior foi registrada no Centro (11%), devido aos novos empreendimentos entregues na região.
A preferência pela cidade é tanta que, em uma outra pesquisa do grupo, o Rio de Janeiro esteve à frente inclusive de Nova York, sendo a primeira no ranking da América, ao atingir o preço de US$ 69,4 por m2/mês.
São PauloA capital paulista conta com o segundo preço médio de locação mais caro do ranking, de R$ 111,8 por metro quadrado ao mês – 22,8% mais que em 2010.
Entre as regiões mais procuradas, Faria Lima, Paulista e o Itaim, onde concentram-se os escritórios, dominam na região. Já em relação à maior valorização trimestral, o Itaim, Paulista e Vila Olímpia lideram o ranking, apresentando uma média de 13,3%, 10,2% e 7,2% superior ao trimestre anterior.
O preço médio nestas regiões são de R$ 124,7, R$ 126,6 e R$ 115 por metro quadrado, respectivamente, informa a consultoria.
Outras cidadesOutras cidades pesquisadas também mostraram seu potencial. De acordo com a pesquisa, Salvador teve o maior aumento anual pela segunda vez consecutiva, de 20,4%, fechando o trimestre em R$ 56,8 m2/mês.
Porto Alegre também registrou valorização na locação comercial de alto padrão, com alta de 11% - sendo esta considerada a terceira maior valorização anual das cidades pesquisadas. O mesmo se deu ainda com outras cidades como Curitiba (7%), Vitória (4,2%) e Brasília (0,3%).

Fonte: Infomoney

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