29 de fev. de 2012

Dicas para escolher o piso da casa


Arquiteta Vanessa Neto explica o que deve ser levado em consideração na hora da escolha do revestimento


Sala com TV
Piso de madeira é sempre muito bem-vindo, pois não interfere nos móveis escolhidos

São Paulo - Os pisos são peças fundamentais para compor um ambiente. Eles devem “conversar” com o resto da casa, ou seja, precisam estar em harmonia com o projeto de decoração de todos os cômodos. O revestimento é tão importante que é considerado pelos arquitetos, nada mais nada menos, que a base de todo ambiente. Mas como escolher o piso ideal?
Na hora de decidir é essencial pensar na beleza, resistência, necessidade e conforto. A arquiteta Vanessa Neta dá algumas dicas para acertar em cheio: “Se pensarmos em ambientes como living, quartos e áreas sociais, a madeira é sempre muito bem-vinda, pois não interfere nos móveis escolhidos. É considerada um revestimento neutro e traz um aconchego enorme. Existem muitas opções, das mais tradicionais, como assoalhos, que são os famosos tacos (transmitem um ar mais retrô), até as mais rústicas, como a madeira de demolição, que está super na moda! Hoje é muito comum se usar demolição como base e misturar móveis mais modernos ao espaço”, afirma.
Já em banheiros e cozinhas, Vanessa sugere cerâmicas, porcelanatos (rústico, acetinado ou brilhante), pedras (granitos e mármores), pastilhas, ladrilhos hidráulicos (“para quem gosta de ambientes com cara de vó”, brinca a arquiteta) e até o cimento queimado, que funciona bem em áreas molhadas.
Criatividade
A arquiteta também revela que a modernidade trouxe flexibilidade nesta área. “Hoje até é possível misturar revestimentos. Por exemplo, usar nos banheiros um tipo na área molhada - dentro do box, onde do piso sobe a parede - e outro no restante. Fica bem charmoso”, diz.
Entretanto, ressalta que esta flexibilidade não é tendência de moda. “Na minha opinião, o ‘piso da moda’ é aquele que ao olhar você se sente bem, transmite o que está buscando. Hoje usa-se desde ladrilhos hidráulicos até os modernos marmoglass, que é um material industrializado, homogêneo e totalmente clean”.
Para finalizar, lembre-se que cores claras sempre ampliam o ambiente! Então se o espaço for pequeno, a opção pela cor pode ser mais importante do que o tipo de material a ser usado.


Consultor Imobiliário Carneiro
E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/casas-decoracao/noticias/dicas-para-escolher-o-piso-da-casa

Quer valorizar seu imóvel? Proponha reformas no prédio

Benfeitorias nas áreas comuns não só evitam que seu apartamento perca valor como podem valorizá-lo

Crianças brincando em área de lazer
A existência de uma área de lazer faz diferença no preço de avaliação dos apartamentos


São Paulo – O morador de um prédio relativamente antigo pode se surpreender ao saber que os apartamentos do edifício ao lado – construído de forma similar e na mesma época – estão mais valorizados que o seu próprio imóvel. Um detalhe simples pode ser o responsável por essa diferença de preço: ao contrário do seu prédio, o edifício vizinho tem uma área de lazer.
As facilidades oferecidas em um prédio são um dos muitos fatores que determinam a valorização ou desvalorização das unidades do condomínio. Até o estado de conservação da fachada pode ser determinante para a diferença de preço entre dois apartamentos iguais em prédios semelhantes e de mesma idade.
Mesmo que não contribua para a valorização dos apartamentos, benfeitorias nas áreas comuns são importantes para que o imóvel não perca valor por parecer maltratado. Quem pensa que está em desvantagem no mercado por causa do estado das áreas comuns do seu edifício deve saber que tem uma carta na manga. Quer valorizar seu apartamento? Então proponha benfeitorias na próxima reunião de condomínio.
É preciso apenas ter em mente que boa parte dessas obras precisa de um alvará da prefeitura. De maneira geral, toda obra que afete a estrutura do prédio ou envolva alteração de uso de uma determinada área precisa desse tipo de alvará. Além disso, os profissionais responsáveis e a própria obra devem ter registro no CREA local. “Só não se pode mesmo aumentar a área computável, que é a área máxima de construção em um empreendimento. Se essa área já estiver esgotada, não pode ser modificada”, diz Alex Strotbek, consultor imobiliário do escritório Areal Pires Advogados.
Fique por dentro das melhorias que podem valorizar, ou pelo menos ajudar a manter o valor do seu imóvel:
Modernização da fachada
O economista Luiz Calado, autor de um livro sobre a compra e venda de imóveis, costuma contar sobre um conhecido seu que dizia que compraria “qualquer coisa que tivesse as paredes descascando”. Muitas vezes, a má aparência de um imóvel é o suficiente para desvalorizar suas unidades e o contrário também é verdade. Uma fachada renovada, limpa e moderna por si só já pode valorizar os apartamentos em relação a seus pares.
Em prédios antigos, os moradores podem optar por modernizar a fachada. Além da pintura ou da troca de pastilhas, a melhoria pode envolver a troca dos gradis das varandas – pode-se tirar um gradil de ferro e trocá-lo por vidro e alumínio – e das grades antigas da entrada do prédio por chapas de vidro de segurança.

Reforma das áreas comuns
Da mesma forma, uma portaria ou um hall de entrada atraente pode contribuir para a valorização do imóvel, ou então para a manutenção de seu valor. “A pintura externa pode ser renovada de três em três anos; já a pintura interna, pode-se renovar anualmente ou a cada dois anos”, orienta o consultor Alex Strotbek.
Construção de uma área de lazer
Em regiões onde os prédios sejam antigos e desprovidos de área de lazer, construí-la pode ter um impacto muito positivo no preço de avaliação das unidades. Pode ser possível, por exemplo, transformar um mero jardim ou pátio em um playground ou mesmo construir uma piscina. Como se trata de alteração de uso da área, provavelmente será preciso um alvará da prefeitura. Mas sendo possível construir ou mesmo incrementar a área de lazer já existente, a modificação pode valer muito a pena.
Manutenção e modernização
Manter a manutenção do edifício em dia é básico, mas modernizar as partes elétrica e hidráulica é outra medida que não só melhora a qualidade de vida dos moradores como valoriza os apartamentos. Em prédios com mais de 20 anos é uma boa ideia renovar a parte elétrica, trocar canos de ferro por canos de PVC e instalar elevadores mais modernos.
Ampliação do número de vagas
Em prédios com poucas vagas que ainda disponham de área livre, pode-se ampliar o número de vagas. Se o solo e a estrutura do prédio permitir, é possível até mesmo escavar para construir uma nova garagem subterrânea.
Adaptações ecologicamente corretas
Recentemente, edifícios que adotam medidas ecologicamente corretas – e normalmente econômicas – têm sido mais valorizados no mercado. A construção de um sistema de reaproveitamento de água – para efetuar a limpeza das áreas comuns, por exemplo – bem como de sistemas de economia de energia elétrica podem demandar um investimento inicial grande, mas a economia deve compensar com o passar dos anos, fora o impacto no valor dos apartamentos. Também são valorizados prédios que contam com sistema de separação de lixo e coleta seletiva.

Consultor Imobiliário Carneiro

E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/quer-valorizar-seu-imovel-proponha-reformas-no-predio?page=2&slug_name=quer-valorizar-seu-imovel-proponha-reformas-no-predio

Reclamações contra construtoras crescem 59% em 2011


Levantamento feito em São Paulo mostra que atraso nas obras e defeitos nas construções estão entre as principais queixas

Capacete e bota de engenheiros





São Paulo – As reclamações contra construtoras cresceram 59% em 2011 em São Paulo em relação a 2010. Durante o ano passado, foram registradas 2.199 reclamações, segundo levantamento da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA). Do total, 32% dos reclamantes entraram na Justiça contra as empresas.

As queixas mais comuns são os atrasos nas obras dosimóveis, defeitos nas construções, taxas consideradas abusivas e cobrança de juros sobre leilões de imóveis. De todas as reclamações recebidas pela AMSPA, 60% foram contra construtoras e o restante contra os bancos.
Em relação aos financiamentos, foram registradas 769 reclamações em 2011, aumento de 15,81% sobre 2010. Desse total, 530 reclamantes entraram na Justiça. 


Consultor Imobiliário Carneiro
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Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/reclamacoes-contra-construtoras-crescem-59-em-2011

O que deu errado na venda da Gafisa


A Gafisa anunciou hoje que recusou a oferta de Sam Zell e GP por ativos da companhia. O que não ficou claro: qual foi a oferta?
Segundo o Faria Lima apurou, Zell e GP tentaram comprar as operações de Gafisa e Tenda, deixando a empresa de loteamentos Alphaville de fora do negócio. Alphaville é, hoje, tida como o ativo de maior valor da Gafisa — e, segundo o modelo usado por Zell e GP, vale cerca de 1,5 bilhão de reais. Os investidores fizeram, então, a seguinte conta: se a Gafisa vale hoje 2,2 bilhões de reais em bolsa, e Alphaville vale 1,5 bilhão, quanto valem as unidades de construção? Algo como 700 milhões de reais. Adicionando um prêmio, chegou-se a uma oferta de cerca de um bilhão de reais.
O conselho da Gafisa, como ficou óbvio no fato relevante divulgado hoje, não gostou nem do preço, nem da estrutura do negócio. Para os conselheiros, a empresa está subavaliada na bolsa, e o desmembramento da Gafisa nos moldes propostos por Zell e GP seria mau negócio para os acionistas.


Consultor Imobiliário Carneiro
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23 de fev. de 2012

Há uma bolha imobiliária?




Muito se debate sobre a existência de uma bolha no mercado imobiliário do Brasil. Em geral, as bolhas imobiliárias surgem em economias onde há ambiente permanente de juros baixos. Nada mais distante da realidade brasileira. Apesar dos cortes na Selic, a taxa de juros real ainda é das mais altas do mundo, e os percentuais praticados pelo mercado são muito superiores aos observados em países que passaram por esse processo de valorização insustentável do preço dos imóveis.

Outra característica de mercados suscetíveis à formação de bolhas é a atuação intensa de "flippers", ou seja, investidores que alocam recursos para o mercado imobiliário objetivando um lucro rápido. Eles exploram o setor como alternativa ao mercado de capitais ou como uma fonte de investimento meramente especulativo. Essa atividade aumenta artificialmente o valor do imóvel com o consequente desequilíbrio entre oferta e demanda.


Em que pese o argumento de que certos compradores de imóveis na planta possam estar especulando, vale notar que a natureza desse tipo de financiamento no Brasil é muito distinta de mercados como o americano pré-crise de 2008. Aqui, via sinal e parcelas mensais, o comprador capitaliza por vezes até 30% do valor do imóvel antes da entrega. Lá, compradores na planta investiam valores muito menores. Muitas vezes, sequer pagavam pela opção do direito de compra. E, quando da entrega do empreendimento, caso houvesse redução do valor de mercado do imóvel, muitos não exerciam a opção de compra, aumentando a oferta de imóveis no mercado.

Outro aspecto que se observa é a ausência de produtos no mercado de crédito imobiliário brasileiro, onde o devedor possa financiar mais do que o valor de mercado do imóvel, pagar apenas a parcela referente aos juros da parcela (amortização negativa) ou/e obter crédito sem apresentação de documentação comprobatória de renda. Além disso, o arcabouço regulatório brasileiro é menos fragmentado que o americano. O BC regula e fiscaliza as entidades que concedem crédito imobiliário, diferentemente dos Estados Unidos, onde uma sistemática regulatória complexa possibilitava a existência dos chamados "bancos sombra", que concediam créditos sem avaliação devida da capacidade de pagamento do contratante, e operavam alheios à supervisão do regulador.

No que tange ao mercado de securitização, nota-se que as estruturas existentes no mercado brasileiro não atingiram a complexidade dos instrumentos mobiliários dos Estados Unidos. As estruturas dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) brasileiros (sênior/subordinado, por exemplo) são claras e chegam a ser consideradas até mesmo pueris quando comparadas aos instrumentos de seguro mobiliário ("monoliners") e as complexas estruturas de "collateralized debt obligations" (CDOs), que contavam com mais de 50 séries e títulos respaldando uma única emissão, fato que inviabilizava uma precificação adequada do instrumento.


Nota-se ainda que, embora o mercado de capitais brasileiro esteja evoluindo como instrumento de financiamento da produção imobiliária (vide o sucesso e popularização dos fundos imobiliários), não há o excesso de liquidez que provocou desequilíbrio nos mercados financeiro-imobiliário europeu e americano.

Nesse sentido, dados de abril de 2011 do Banco Central do Brasil indicam que a porcentagem do mercado de crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) é de menos de 5%, muito inferior do que mercados como o espanhol (61%) e americano (70%). Mesmo crescendo, a disponibilidade do crédito imobiliário no Brasil seguirá sendo, por algum tempo, muito pequena quando comparada a outros países.

Houve um inegável aumento nos preços dos imóveis, em especial nos maiores centros metropolitanos, como Rio de Janeiro e São Paulo. Aí reside a suspeita da existência de uma bolha. Todavia, em vez de especulativa, tal valorização reflete o crescimento e estabilização da economia brasileira, o gatilho da chamada janela demográfica e o crescimento da capacidade de consumo e tomada de crédito de uma parcela considerável da população, que até então estava alheia ao mercado financeiro-imobiliário. Além disso, a inflação, embora estável, ainda impacta no mercado da construção civil com aumentos nos custo da matéria prima e mão de obra.

Sabe-se que as bolhas especulativas são inerentes ao capitalismo e infelizmente sua identificação normalmente ocorra apenas com o benefício da retrospectiva. Embora não se observe sinais de que o mercado brasileiro esteja sob a égide de um processo especulativo, é importante que haja instrumentos para avaliação quantitativa da evolução dos preços dos imóveis para que reguladores, autoridade monetária e demais participantes do mercado financeiro-imobiliário monitorem a apreciação dos ativos imobiliários e enderecem os excessos adequadamente.

Os índices hoje existentes no Brasil muitas vezes refletem os preços de venda ofertados (ou pedidos) por construtoras e corretores imobiliários, carecendo de uma metodologia que corroborem uma análise robusta e precisa. Um bom exemplo seria a adoção de um índice semelhante ao Case-Shiller Index dos Estados Unidos, com metodologia de âmbito nacional, porém representando a oscilação de preço em milhares de localidades, respeitadas as peculiaridades de cada região. Tal índice é alimentado por todos os participantes do mercado financeiro-imobiliário americano e reflete operações efetivamente realizadas em uma determinada área ou cidade. Naturalmente, a mera existência de tal índice não significa uma proteção contra processo especulativo, como se depreende da própria experiência americana. Porém, a existência de instrumentos e réguas adicionais permitirá que se aprenda com os erros e eventualmente mitigando, ou mesmo evitando, um processo especulativo no Brasil.

Frederico Porto é executivo da BFRE-Brazilian Finance & Real Estate. Graduado em direito pela PUC-SP, mestrado na University of Pennsylvania Law School.



Consultor Imobiliário Carneiro
E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br


Fonte: http://www.valor.com.br/opiniao/2523888/ha-uma-bolha-imobiliaria

21 de fev. de 2012

Investir só no que você conhece é erro, diz estudo.


Quem compra apenas ações da própria empresa ou do setor em que trabalha correm muito mais risco e, na média, obtêm resultados piores que a média do mercado

Peter Lynch
Peter Lynch: sua teoria de que as pessoas só devem investir no que conhecem bem é contestada

São Paulo – O bilionário Warren Buffett costuma dizer que não investe em nenhuma aplicação financeira que não é capaz de entender. Já Peter Lynch, outro membro do grupo dos maiores gestores de investimentos da história, sempre repetiu como um mantra o conselho de comprar na bolsa apenas o que você conhece muito bem. Pensar dessa maneira parece fazer todo o sentido. Afinal, quanto mais informações um investidor tiver sobre um setor ou uma empresa, maiores serão as chances de ele antecipar os fatos positivos ou negativos que inevitavelmente surgirão – o que na bolsa é sinônimo de lucro.

O estudo “Do Individual Investors Have Asymmetric Information Based on Work Experience?”, no entanto, coloca em xeque essa antiga crença do mercado financeiro. Realizado pelos pesquisadores Trond M. Døskeland, da Norwegian School of Economics and Business Administrations, e Hans K. Hvide, da Aberdeen Business School, o estudo mostra que as pessoas que investem apenas em ações a que estão profissionalmente ligadas não conseguiram obter melhores resultados que a média do mercado.
Na amostra utilizada, que incluiu apenas ações negociadas na Noruega, os investidores que só compram papéis relacionados ao próprio trabalho tiveram um desempenho 5 pontos percentuais inferior à média do mercado ao ano. Isso quer dizer que se a bolsa local tiver subido em média 10% em 12 meses, por exemplo, essas pessoas só terão lucrado 5%.
Døskeland e Hvide chamaram de “viés de familiaridade” a crença errônea dos investidores de que comprar ações de setores conhecidos é mais seguro. Não que a pesquisa tenha chegado à conclusão de que é melhor investir no que você não conhece. O grande problema de ficar restrito às companhias familiares, mostra a pesquisa, é que as pessoas acabam concentrando demais seus portfólios em uma única empresa ou setor.
E carteiras de investimento restritas a um pequeno número de diferentes ações incorrem em riscos muito maiores do que os investidores que compram ao menos dez diferentes papéis, conforme comprovou o economista americano Harry Max Markowitz, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1990.
Outro fator que explicaria os maus resultados obtidos foi o excesso de confiança dos investidores. Os pesquisadores consideram que, na bolsa, as pessoas se sentem mais confiantes em comprar ações de empresas ou setores que já conhecem muito bem. É natural que isso aconteça, dada a natureza de alto risco do mercado acionário.


O problema é que as pessoas mais confiantes também pareceram se importar menos com os riscos. Da mesma forma, pessoas com doutorado mostraram maior confiança nos próprios conhecimentos na hora de investir na bolsa, mas também não foram capazes de bater a média do mercado, segundo o levantamento.

Os autores concluíram que tanto o excesso de confiança quanto o viés de familiaridade foram os principais responsáveis pelos resultados fracos. Mesmo que existam pessoas que consigam ganhar dinheiro com essa estratégia, na média o viés de familiaridade é negativo em termos de resultado de longo prazo. O ideal, portanto, seria investir no que conhece apenas uma parte do patrimônio e entregar a outra parcela dos recursos a um gestor profissional que entenda de mais setores e possa montar uma carteira diversificada.
O viés de familiaridade é apenas uma das formas de os investidores serem enganados pelo próprio cérebro. É chamada de “finanças comportamentais” a ciência que estuda e identifica as imperfeições do processo decisório dos investidores oriundas de características inatas e tendências inconscientes.
O principal dos investidores é entrar na bolsa na alta e vender na baixa. Em questionários, as pessoas costumam dizer que, em troca de retornos maiores, estão dispostas a correr algum risco. O problema é que, na prática, a maioria dos investidores não consegue domar os próprios nervos suportar perdas, ainda que momentâneas. Quando a bolsa cai e surgem boas oportunidades para comprar, muita gente comete o erro de sair da bolsa para evitar danos maiores ao patrimônio.
Investidores não-profissionais, no entanto, cometem uma série de erros gerados por pegadinhas do cérebro humano. Acreditar que a rentabilidade passada vai se repetir no futuro, sair da bolsa quando todo mundo está saindo para não errar sozinho e atribuir a si mesmo o mérito por ganhos obtidos em tempos de euforia são outros equívocos bastante comuns.


Consultor Imobiliário Carneiro
E-mail: carneiro.consultor@yahoo.com.br

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/investir-so-no-que-voce-conhece-e-erro-diz-estudo-investir-so-no-que-voce-conhece-e-erro-diz-estudo?page=2&slug_name=investir-so-no-que-voce-conhece-e-erro-diz-estudo-investir-so-no-que-voce-conhece-e-erro-diz-estudo

Como comprar um imóvel sem sucumbir às dívidas


Planejador financeiro explica os 7 passos necessários para não comprar uma casa que não cabe no bolso


Imóvel em construção
Imóvel em construção: comprador deve ter capacidade de poupança de 150% da prestação mensal



São Paulo – Com os preços dos imóveis nas alturas, ficou bem mais difícil comprar uma casa ou apartamento à vista. Segundo Marcos Yunes, presidente da incorporadora Yuny, que atua tanto no segmento de alta renda quanto em imóveis econômicos, apenas os compradores endinheirados costumam adquirir um apartamento sem contar com a ajuda de um financiamento bancário.

Já para os imóveis que são financiados dentro do Sistema Financeiro da Habitação (aqueles de até 500.000 reais), o financiamento de parte da compra é praticamente uma regra. Em primeiro lugar, porque os juros são mais atrativos. Também incentiva o endividamento o fato de que a maior parte da classe média brasileira ainda não ter juntado os recursos necessários para quitar a aquisição à vista.
Os bancos brasileiros são a grande barreira para a expansão do crédito imobiliário no Brasil. As instituições costumam ser bem mais rigorosas que as estrangeiras na liberação do crédito imobiliário. As restrições ocorrem de diversas maneiras. Em geral, o comprador terá de comprovar uma renda bastante elevada, superior a 20.000 reais por mês, caso peça um empréstimo de 500.000 reais, por exemplo.
Os bancos também preferem liberar recursos para quem vai pagar uma boa parte do imóvel à vista. Na média brasileira, os compradores pagam mais de 30% do imóvel à vista e financiam menos de 70% do valor da propriedade. Por último, muitas vezes o crédito só é liberado com prazos de pagamento longos, de forma que cada parcela comprometa 30% ou menos da renda mensal do comprador.
Mesmo com todos esses cuidados dos bancos, o crédito imobiliário ainda pode ser muito perigoso. Os empréstimos geralmente serão pagos em 10 a 30 anos. Até que o bem seja quitado, portanto, o tomador do financiamento poderá perder o emprego ou ficar temporariamente sem uma fonte de renda. É principalmente nessa hora que surge a inadimplência. Nos Estados Unidos, após o estouro da bolha imobiliária em 2008, mais de 4 milhões de imóveis foram retomados pelos bancos por falta de pagamento.
A perda do imóvel de moradia pode ser um duro golpe para a família e acabar até com casamentos. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, a melhor forma de evitar o pior é fazer as contas e conversar com a família antes de fechar o contrato. Abaixo, ele indica os sete passos para o correto planejamento financeiro da aquisição de um imóvel:
1 – Antes de contratar um financiamento, teste se o pagamento é viável. Faça uma simulação em qualquer banco de quanto custaria a prestação do imóvel desejado, mas não assine nenhum contrato. Nos meses seguintes, tente guardar ao menos o valor da prestação. Se o sacrifício se mostrar enorme, é melhor começar a sonhar com um imóvel mais barato. O ideal, inclusive, é que a pessoa consiga poupar 150% do valor da parcela por mês, já que, junto com o imóvel, haverá despesas com escritura, cartório, parcela das chaves (no caso de apartamentos na planta), acabamentos e decoração, entre outros. Quem conseguir atingir esse objetivo deve aplicar o dinheiro guardado em algum investimento de baixo risco, como a poupança, um CDB (papel emitido pelos bancos), um fundo DI ou os títulos públicos vendidos via Tesouro Direto. Essas aplicações oferecem baixa volatilidade e liquidez diária. São indicados, portanto, para alguém que pode ter sacar os recursos a qualquer momento para dar a entrada em um imóvel.


2 - Reúna a família e converse sobre a compra. Defina a localização que atende ao interesse de todos e o valor que pode ser desembolsado. Explique as reais condições financeiras da família. Caso a aquisição implique em sacrifícios financeiros de todos, é melhor deixar isso bem claro. Crianças a partir de sete anos já são capazes de entender que, para realizar o sonho de longo prazo da compra do apartamento, pode ser necessário adiar a compra de um videogame de última geração ou a tão sonhada viagem para a Disney. Todos os membros da família têm que chegar a uma conclusão sobre o que pode ser sacrificado e o que ninguém está disposto a abrir mão para que um objetivo maior seja atingido.

3 – Quem mora em um imóvel alugado e, após a simulação, chegou à conclusão de que a prestação do financiamento para a compra do apartamento próprio custaria a mesma coisa que a mensalidade do aluguel tem um motivo a menos para se preocupar. Afinal, aparentemente não haverá um grande incremento de despesas. Mas um possível problema aparece quando o imóvel é adquirido na planta. Até que fique pronto, o comprador terá de arcar com o aluguel e as parcelas, além das diversas despesas extras no momento da entrega das chaves. As contas para chegar a conclusão se a compra do imóvel é ou não viável devem incluir todos esses custos. A mesma prudência é indicada para quem quer comprar um imóvel usado, mas que deverá passar por uma longa reforma antes que possa ser ocupado.
4 - Lembre-se que o financiamento de um imóvel é considerado uma dívida de valor. Realizar os pagamentos é imprescindível para não perder a propriedade. Assim que o salário ou os rendimentos chegarem à conta corrente, o primeiro pagamento que deve ser feito é o da parcela do financiamento da residência. Só depois outros gastos mensais devem ser realizados. Já o consumo que não é considerado de primeira necessidade (roupas, sapatos, acessórios, celular, viagens, etc) é o primeiro a ser cortado. Pode ser que também seja preciso dar um passo atrás. Vender o carro é uma das opções. Mesmo a venda do imóvel deve ser analisada com maturidade se não houver outro jeito.
5 - Cuidado com o valor do imóvel que será comprado e veja se o valor se adequa ao verdadeiro padrão de vida. Considere apenas o salário ou os rendimentos líquidos (já descontados os impostos) para calcular o percentual que será comprometido pelo financiamento. Ainda que toda a família possa fazer pequenos sacrifícios financeiros durante alguns meses para atingir um objetivo maior, ninguém consegue viver com menos dinheiro do que necessita por longos períodos de tempo.
6 - Tenha sempre uma reserva estratégica de dinheiro. Todo mundo está sujeito ao desemprego, a impactos de ciclos ruins da economia nos negócios e a doenças na família. Ter algum dinheiro guardado nessas horas ajudará a honrar todos os compromissos financeiros importantes já assumidos. Em geral, é melhor manter um pouco de dinheiro em investimentos com liquidez e baixíssima volatilidade, como a poupança, os fundos DI, Tesouro Direto e algum CDB. Geralmente, a melhor de todas essas opções é o Tesouro Direto. Com liquidez semanal, a pessoa pode aproveitar uma das maiores taxas de juros nominais do mundo: a dos títulos públicos brasileiros. A bolsa não é o lugar adequado para aplicar o dinheiro da reserva de emergência. Só o dinheiro que não será usado nem no curto nem no médio prazo deve ser colocado em investimentos mais agressivos.
7 - Caso não esteja conseguindo pagar a prestação da casa própria, é preciso rever imediatamente os gastos. As pequenas despesas que somadas podem levar uma família ao desequilíbrio financeiro precisam ser cortadas Uma faxina financeira costuma mostrar que entre 20% e 30% dos gastos de uma família simplesmente não são essenciais. No médio prazo, é preciso pensar também em formas de elevar os rendimentos. Só depois que esse objetivo for atingido é que a pessoa poderá começar a retomar o antigo padrão de consumo.



Consultor Imobiliário Carneiro
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Decoração pra quem tem animal de estimação


Se você adora seu bichinho, mas não quer saber de bagunça, confira as dicas deixar sua casa sempre bonita

Cachorro toma banho em fonte
Mantenha sempre um cantinho especial na casa para seu bichinho deitar e descansar


São Paulo - Quem tem animal de estimação em casa sabe o quanto os bichinhos alegram o lar. Para muitos donos, os bichinhos são como um querido membro da família. Contudo, estes donos também sabem que animais de estimação adoram aprontar e podem ser sinônimos de uma casa desorganizada e constantemente desarrumada. Se você morre de amores pelo seu bichinho, mas não quer saber de muita bagunça, confira as dicas pra que sua casa fique sempre limpa e bonita:
Rotina de limpeza
Uma rotina de limpeza regular é essencial para manter a casa limpa. Tenha o cuidado de aspirar ou varrer a casa, mobiliário e acessórios como tapetes, uma vez que os pêlos do seu animal de estimação facilmente ficam agarrados a estes elementos decorativos, o que não só pode ser anti-estético, como até prejudicial para a saúde. É aconselhável que a aspiração da casa seja feita, pelo menos, duas vezes por semana. Nos períodos em que o seu animal de estimação estiver trocando de pêlo, a limpeza deve ser ainda mais frequente.
Tecidos e tapetes
Evite adquirir tecidos conhecidos por atrair pêlos ou que tornem a remoção deles ainda mais complicada, como é o caso da seda, veludo ou tecidos demasiado delicados. Como alternativa, opte por tecidos de fibras sintéticas e com maior resistência a nódoas, odores e sujeiras, em geral. Couro também é uma boa opção, por ser fácil de limpar e muito durável, no entanto, esteja preparado para algumas marcas de arranhadelas na sua superfície.
Além disso, se o seu animal frequentar o quarto, então coloque tecidos que possam ser lavados na máquina em cima da sua cama. Desta forma se o seu cão ou gato dormir com você, os tecidos poderão ser facilmente lavados e sua cama ficará sempre limpa.
No chão opte também por tapetes que possam ser lavados facilmente e com cores que complementem a tonalidade do pêlo do seu animal, de forma a “disfarçá-lo” mais facilmente. Não se esqueça de os aspirar regularmente e de colocar uma proteção antiderrapante no seu verso para evitar que saiam do lugar.
Acessórios decorativos
Tire proveito de ter um animal de estimação para decorar o seu apartamento com acessórios divertidos. Você pode optar, por exemplo, por colocar algumas molduras e quadros com as melhores fotos do seu animal ou ainda colocar à entrada da casa ganchos coloridos para colocar coleiras e brinquedos de passear na rua.
Refúgios e esconderijos
Mantenha sempre um cantinho especial na casa para seu bichinho deitar e descansar. Este local deve ficar o mais longe possível da área em que ele faz xixi e cocô e deve ser um porto seguro para ele. Estes pequenos refúgios podem ser criados no interior de armários ou em sistemas já vendidos para esse fim. Qualquer que seja a sua opção, lembre-se sempre de que, por serem espaços mais fechados, vão precisar de limpeza constante, a fim de evitar acúmulo de sujeiras e odores.
Brinquedos
Tenha à disposição do seu animal vários brinquedos. Se você tiver uns 10, com texturas, formas e tamanhos diferentes e mais uns cinco guardados, seu bichinho irá pensar que toda semana está ganhando um brinquedo novo. Para manter todos esses brinquedos bem arrumados, utilize um bonito cesto que combine com a restante decoração da casa.
E se você tem um cachorro, não esqueça de passear diariamente com ele para que ele possa se exercitar, fazer as necessidades e desestressar, principalmente se vocês vivem em apartamento. Os cachorros adoram brincar ao ar livre.

Consultor Imobiliário Carneiro
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Que tal investir na Flórida?


São Paulo – Desde que os imóveis americanos se tornaram pechinchas com o estouro da bolha, os brasileiros vêm se firmando como investidores imobiliários nos Estados Unidos, principalmente na Flórida, um já tradicional reduto verde-e-amarelo por aquelas terras. Mas não é só com a valorização ou com a renda de aluguéis que os brasileiros podem se beneficiar no Estado do Sol. A Flórida é um dos melhores lugares do mundo para os aposentados viverem, e não faltam imóveis de alto padrão, com bons descontos e ideais para quem deseja mudar para um paraíso depois da aposentadoria.
A projeção oficial para 2011 é de que a Flórida abrigaria, até o fim do ano, 4,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos, o que representa praticamente um quarto da população total do estado. Especialistas no mercado imobiliário da região atribuem o sucesso da Flórida entre os mais velhos ao clima e à infraestrutura local.
O estado faz jus ao apelido, com sol o ano inteiro, belas praias e raros dias frios até mesmo no inverno. A qualidade do ar é mais elevada, uma vez que a Flórida é cercada pelo Oceano Atlântico, as mudanças de temperatura são menos bruscas e a geografia é plana. Todas as construções são acessíveis para cadeirantes, são comuns os condomínios de casas e prédios baixos, e as estradas são largas e lisas, o que facilita a condução. E não faltam lindas paisagens, propriedades luxuosas e campos de golfe. Veja a seguir as recomendações dos especialistas em mercado imobiliário da Flórida para quem deseja se aposentar no Estado do Sol.
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Sites acham o financiamento imobiliário mais barato


FinanciarCasa passa a oferecer simulador gratuito

Simulador gera o Custo Efetivo Total do financiamento, e mostra as linhas mais baratas
São Paulo – O site de consultoria imobiliária FinanciarCasa passou a oferecer gratuitamente as simulações de financiamento nas instituições financeiras parceiras, serviço antes pago por ser de uso exclusivo dos consultores. Dessa forma, qualquer pessoa pode agora encontrar o crédito mais barato para comprar seu imóvel.

Para isso, basta preencher o simulador com os parâmetros de busca: o tipo de financiamento (se compra, construção, reforma ou financiamento),valor d entrada ou de crédito para refinanciamento, valor do imóvel e data de nascimento do mutuário. O sistema busca os melhores financiamentos para o usuário nas instituições financeiras parceiras e informa o Custo Efetivo Total (CET), que inclui taxas de juros, seguros obrigatórios e demais encargos.
Na área do site onde é feita a simulação o usuário também vai poder acompanhar seu processo e conhecer as ofertas especiais oferecidas pelos parceiros do FinanciarCasa. Quem quiser negociar taxas ainda mais baratas poderá contratar os serviços da consultoria.
Existem no mercado outras consultorias semelhantes ao FinanciarCasa, como a Crédito Imobiliário Fácil e o Canal do Crédito, que também simulam e negociam para o cliente o financiamento imobiliário mais barato.



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15 de fev. de 2012

GRUPO BRASIL BROKERS ADQUIRE 55% DA BAMBERG CONSULTORES DE IMÓVEIS


Com o novo negócio, empresa aumenta ainda mais sua participação no mercado de imóveis prontos na cidade de São Paulo  
(Fonte: Valor Econômico)
 
A Brasil Brokers, maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país, acaba de adquirir 55% do capital social da Bamberg Consultores de Imóveis, com sede em São Paulo, com um pagamento inicial de R$ 10,2 milhões. Para a aquisição dos 45% restantes, a empresa deverá efetuar o pagamento em quatro parcelas anuais variáveis, calculadas com base em uma estrutura de earn-out, em função dos resultados futuros alcançados. O investimento estimado por 100% da Bamberg é de R$ 25,5 milhões.
 
A Bamberg Consultores de Imóveis é líder na intermediação de imóveis prontos de alto padrão na Zona Sul de São Paulo (SP). Segundo estimativas da Área de Inteligência Competitiva da Brasil Brokers, a imobiliária sozinha possui 15% de share de mercado nessa região. 
 
“Seguimos firmes em nossa estratégia de crescimento no mercado de imóveis prontos em São Paulo. A Bamberg é referência de empresa moderna, eficiente e muito bem administrada. Exatamente o que procuramos para a Brasil Brokers. Essa aquisição poderá aumentar nossas vendas de imóveis prontos na cidade de São Paulo em aproximadamente 45%”, explica Álvaro Soares, Diretor Financeiro e de RI da Brasil Brokers.
 
No mercado há 26 anos, a Bamberg Consultores de Imóveis possui hoje uma agência no Alto da Boa Vista. Com 65 corretores, a empresa movimentou em 2011 cerca de R$ 200 milhões com negociações de imóveis avulsos nos segmentos residencial e corporativo.
 
Sobre a Brasil Brokers
 
Constituída em janeiro de 2007, a Brasil Brokers é hoje o maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país. A companhia está presente em 15 estados mais o Distrito Federal. A Brasil Brokers conta com mais de 17 mil corretores em mais de 1.100 pontos de venda espalhados por todo o país. 


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14 de fev. de 2012

Como escolher o imóvel ideal para a família


Decisão exige planejamento futuro para que casa própria atenda as necessidades imediatas e futuras da família


Família em sua casa nova
Para Flavio Figueiredo, precisa-se escolher algo compatível com a sua família a médio ou longo prazo

São Paulo - A casa própria, sonho de grande parcela dos brasileiros, é, para muitos, o bem de maior valor que será adquirido em toda vida. Quem compra um imóvel para morar, em geral, o faz com a intenção de viver ali, sozinho, ou com a família, por um bom tempo. Justamente porque não é comum trocar de imóvel com frequência, a decisão não pode ser tomada por impulso. Antes de escolher um imóvel é preciso pensar no futuro, incluindo aspectos relevantes da sua vida pessoal.
Para não errar na decisão, algumas perguntas são indispensáveis, como: em três anos estarei casado? Terei filhos? Por quanto tempo pretendo ficar neste imóvel? Ele atenderá minhas expectativas? Refletir sobre essas questões é fundamental para que não haja um arrependimento futuro e ocasione transtornos com mudanças de imóvel e o pior, o desperdício de dinheiro.
Para o engenheiro civil Flavio Figueiredo, quando alguém decide pela compra do imóvel, precisa escolher algo compatível com a sua família, tanto para o momento atual, quanto a médio ou longo prazo. Desta forma, evitará transtornos com adaptabilidade ao imóvel.
“O correto é avaliar profundamente o tamanho, localização, vagas de garagem, cômodos e claro, projetar sua vida para 5 ou 10 anos”, esclarece o especialista. Outra questão importante é em relação ao planejamento familiar. Se pretende ter mais filhos, encontre um lugar com número maior de dormitórios e banheiros. Se não pretende, não esqueça que os filhos crescem e com o tempo terão carros, com isso, é indispensável o número de vagas em uma garagem do edifício. Além disso, os filhos buscam individualidade e dividir o mesmo cômodo na fase adolescente ou adulta, pode gerar conflitos.


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Tecnisa exibe marca em games digitais


Companhia estará presente em 15 games como Need for Speed, Football Superstars, Tiger Wood PGA e NBA Jam

Tecnisa no Need For Speed

Rio de Janeiro - A Tecnisa pretende ampliar e reforçar a sua presença no meio digital com o objetivo de se aproximar dos consumidores. Para isto, a companhia decidiu investir no mundo dos videogames por meio do InAdvertising Games, que leva as marcas para dentro dos jogos online, em Playstation 3 e computadores.
A empresa exibirá a marca em 15 games de esporte e simuladores de corrida, como o Need For Speed, Tiger Woods PGA, Football Superstars e NBA Jam.
Com uma exposição de dois minutos por jogo, a Tecnisa espera atingir cerca de 40 mil usuários por mês. De acordo com levantamento da Nielsen NetRatings, o público dos games se divide em 66% feminino e 34% masculino, entre 35 e 49 anos, que representa possíveis compradores de apartamento para a companhia.
Segundo a Screen Digest, o investimento das marcas em jogos online alcançará US$ 1 bilhão até 2014.


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13 de fev. de 2012

28 m² e muitos balangandãs.


Habitado pela arquiteta carioca Alexandra Albuquerque, este quarto-sala no centro de São Paulo tem espaço para tudo – tudo o que couber na imaginação da moradora

Texto Mariana Mello Moraes | Realização Nuria Uliana | Fotos Edu Castello
Quando decidiu se mudar do Rio de Janeiro para São Paulo, a arquiteta Alexandra Albuquerque tinha poucas definições sobre o futuro. Uma delas, porém, era certa: morar no copan. Assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o famoso prédio de curvas sinuosas, localizado no centro da cidade, é um dos mais emblemáticos símbolos paulistanos. Pelos 35 andares do condomínio, há mais de mil apartamentos, de diversos tamanhos e plantas, divididos em seis blocos. Pois foi no vigésimo sexto andar que Alexandra, carioca de pais nordestinos, decidiu montar sua casinha. Casinha mesmo: são apenas 28 m², com quarto que também é sala, cozinha e banheiro.

Com a ajuda do amigo e designer de interiores Gabriel Valdivieso, Alexandra criou um espaço que tem muito a dizer. o papel de parede floral, por exemplo, sinaliza ser este um lar de menina. Garimpados em antiquários, os móveis prestam homenagens ao passado. Rendas, fuxicos e a rede de algodão, presa perto da janela, têm sotaque nordestino – os pais da arquiteta, João e Sonia, vieram do interior de Pernambuco. Desafiado a palpitar na decoração deste espaço tão pequeno, Gabriel adotou como ponto de partida o formato retangular do imóvel.“Para darmos unidade visual, a pintura da parede e a cortina foram feitas idênticas: metade amarela, metade branca.” Para Alexandra, tão bom quanto morar no copan é achar espaço, em 28 m², para seus badulaques de a a Z. “Sou muito cacarequenta”, conta, assumidamente, a moça.

Fotos Edu Castello
Na quitinete de Alexandra, não há sofá. Amigos,
quando a visitam, sentam-se na rede, na cama ou na
poltrona de vime. Feitas pela mãe da moradora, as
almofadas de crochê combinam-se com a colcha de renda,
trazida do nordeste. Sobre o papel de parede daTok & Stok,
quadro de Isabelle Tuchband
Fotos Edu Castello
Na falta do criado-mudo tradicional, Alexandra comprou uma
cadeira antiga de madeira e pintou-a com tinta esmalte.
Preso na cabeceira, balangandã de metal. Na parede,
desenho do Pão de açúcar feito pela moradora

Fotos Edu Castello
Cômoda de caviúna comprada em antiquário. Pratos de
porcelana trazidos de viagens enfeitam a parede
Fotos Edu Castello
O carrinho de chá funciona como móvel para a TV e bar.
Repare na cortina e na meia parede: por serem da
mesma cor, o resultado é a unidade visual






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